segunda-feira, 3 de maio de 2010

J de Justiça

Portanto, és inescusável quando julgas, ó homem, quem quer que sejas, porque te condenas a ti mesmo naquilo em que julgas a outro; pois tu, que julgas, fazes o mesmo.E bem sabemos que o juízo de Deus é segundo a verdade sobre os que tais coisas fazem.E tu, ó homem, que julgas os que fazem tais coisas, cuidas que, fazendo-as tu, escaparás ao juízo de Deus?Ou desprezas tu as riquezas da sua benignidade, e paciência e longanimidade, ignorando que a benignidade de Deus te leva ao arrependimento?Mas, segundo a tua dureza e teu coração impenitente, entesouras ira para ti no dia da ira e da manifestação do juízo de Deus; ( romanos 2 )

Vejamos, se julgamos, é porque conhecemos o pecado e o erro do próximo e o praticamos da mesma maneira,
então quem é Justo pra julgar alguém, a não ser Deus ?
E o ser humano na sua total impiedade, julga, julga descaradamente, mais ainda aqueles que se acham justos.
E são justos por julgarem ? por acharem que podem julgar ?
Será que não estão se colocando na posição de Deus ?
Impiedade pura.
É muito difícil par o ser humano não julgar, apontar os erros, mais ao invés de apontar erros, julgar,
por que motivo não ajudamos ao próximo, mostrando seu erro e a verdade.
Hoje em dia é um tremendo fiasco ver muitos crentes falando, " eu não vo prega nem andar com o fulano para não me contaminar", e julgando os drogados, pecadores.
E Cristo venho para quem, para os ricos e sadios ???
Quanta ignorância e juízo próprio.

Impiedade pura.
É muito dificil par o ser humano não julgar, apontar os erros, mais ao invéz de apontar erros, julgar,
por que motivo não ajudamos ao proximo, mostrando seu erro e a verdade.
Hoje em dia é um tremendo fiasco ver muitos crentes falando, " eu não vo prega nem andar com o fulano para nõa me contaminar", e julgando os drogados, pecadores.
E Cristo venho para quem, para os ricos e sádios ???
Quanta ignorancia e juizo próprio.
Sómente Deus é puro e verdadeiro para julgar, e tomar providências.
Deus tem direito de mostrar misericórdia para qualquer um, conforme a sua própria vontade. Quando ele exerce esse direito, ele continua sendo justo (14-18). Ele não foi injusto por condenar os judeus incrédulos.
Estes versículos são facilmente distorcidos para ensinar que Deus simplesmente decidiu condenar alguns e salvar outros, e que a pessoa não pode fazer nada para efetuar a sua própria salvação. Ironicamente, o contexto argumenta ao contrário. Ao invés de defender um sistema diferenciado em que Deus salva e condena conforme seu próprio capricho, o argumento de Paulo é que ele salva judeus e gentios igualmente. O pecado do homem é culpa do homem (3:23), e a morte do homem é conseqüência do pecado (5:12). A justiça de Deus destruiria todos, se Jesus não tivesse se oferecido para aplacar a ira divina (3:26). Quando Deus mostra a sua misericórdia e salva todos que aceitam o evangelho, ele continua sendo justo. Deus é o mesmo e o evangelho é um só. A diferença se encontra na reação dos homens à mensagem de Deus.
Considere a injustiça dos próprios judeus. Se Paulo tivesse escrito um livro dizendo que os gentios seriam rejeitados como Ismael, Esaú ou o Faraó, os judaizantes não teriam nenhuma diferença com ele. Mas quando ele defendeu a salvação dos gentios nos mesmos termos dos judeus, ficaram totalmente revoltados!

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